
Inevitável falar da capa da The New Yorker. Por dois motivos: primeiro porque coloca em discussão, mais uma vez, a questão do humor gráfico, os perigos de envolver temas religiosos e outros afins. Depois, porque traz à baila as armadilhas inerentes ao ato de misturar jornalismo e ironia, algo que para mim é um assunto bastante caro, desde o Mestrado. Voltando à New Yorker, as explicações foram muitas, as compreensões, idem. Neste sentido estou com Luis Fernando Veríssimo e não abro.
“Bem explicado, não pode haver dúvida sobre a intenção (…). Mas humor que precisa ser explicado é humor que não funciona”.
Para acompanhar um pouco do que se está comentando a respeito, na web, sugiro uma visita ao Tinta China, um blog interessante sobre charge, cartum, ilustração. Também no Observatório da Imprensa a capa foi discutida. Para conferir, clique aqui.

